STRYKE - Virtual Metal Magazine

RADIO A FERRO E FOGO

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sábado, 11 de abril de 2009

AZUL LIMÃO - DEMO-TAPES: MAIS RARIDADES DO METAL NACIONAL


AZUL LIMÃO - GRANDE NOME DO METAL CARIOCA NOS ANOS 80
GRAVAÇÕES RARAS
PEGAZUS - THE TAPES VOLUME 1
AMAZONA - THE TAPES VOLUME 2

SOLDADOS DO METAL BRASILEIRO - COLETÃNEA DE METAL 80 KORZUS (LIRA PAULISTANA) DORSAL (LIVE IN LAMBARI) MUTILATOR E ARMAGGEDON

COLETÂNEA - SOLDADOS DO METAL BRASILEIRO
SOLDADOS DO METAL BRASILEIRO
PARTE 1
KORZUS - AO VIVO NO LIRA PAULISTANA DEZEMBRO DE 1984
1. GUERREIROS DO METAL 2. PRINCÍPE DA ESCURIDÃO 3. KORZUS
4. HEAVY METAL FÚRIA 5. CAMINHOS NEGROS
PARTE 2
DORSAL ATLÃNTICA - LIVE IN LAMBARI
1. CATÁSTROFE 2. MORTE AOS FALSOS
MUTILATOR
1. EVIL CONSPIRACY 2. VISIONS OF DARKNESS
ARMAGGEDON (MINAS GERAIS)
1.GENOCÍDIO
MUTILATOR
1. MUTILATOR

ANGEL - MORTALHA E COVA - RARIDADES DO K-7



MORTALHA - DEMO-TAPE 1986

STYGRA
REVANCHES DA FÚRIA
NECROPHOBIA
MORTALHA


COVA - LIVE IN SHOCK BAR
INFELIZMENTE NÃO TENHO O NOME DAS MÚSICAS



ANGEL - METAL CASTLE DEMO-TAPE 1985
1. Metal Castle
2. We Shout For Revenge
Bob Shaker - Guitar
Frank Comelli - Bass
Lone Dover - Vocals
Sandro Butcher - Guitar
Fausto Colesnic - Drums
RARIDADES DO BAÚ DO PAULÃO
ATENÇÃO
PARTE I
ANGEL E MORTALHA
PARTE II
MORTALHA E COVA

RARIDADES - DORSAL ATLÂNTICA








PARTE 1
DORSAL ATLÂNTICA - AO VIVO NO GINÁSTICO - MG 1986


PCD

CAÇADOR DA NOITE

HTLU-3

JOSEPH MENGELE

DEPRESSÃO SUICIDA

ÁLCOOL


DORSAL ATLÂNTICA - AO VIVO EM RIBEIRÃO PRETO 26/11/1994

GIVE A PEOPLE CHANCE

CAÇADOR DA NOITE

RAZOR´S EDGE


DORSAL ATLÂNTICA - ENSAIOS DO DIVIDIR E CONQUISTAR

LUCRÉCIA BÓRGIA


PARTE 2


DORSAL ATLÂNTICA - ENSAIOS DO DIVIDIR E CONQUISTAR


DESUNITED METAL

VICTORY

TORTURA

VELHICE

VIOLÊNCIA É REAL


DORSAL ATLÂNTICA - AO VIVO EM SANTOS


HILTARCHIL DOYECRACY (???)

NOT TO COME THE POWER


DORSAL ATLÂNTICA - ENSAIOS PARA O MUSICAL GUIDE

RAZOR´S EDGE

WARRIOR

RECYCLE YOURSEFL



POSTAGEM POSSÍVEL GRAÇAS AO COLABORADOR ET QUE CEDEU AS FITAS K-7. RESENHA DA BRIGADE FORNECIDA POR ROGÉRIO LUCENA

ATENÇÃO - PARA COLECIONADORES

segunda-feira, 6 de abril de 2009

PATRULHA DO ESPAÇO - DOSSIÊ VOLUMES 1 E 2


DOSSIE VOLUME 2




O grupo foi formado em 1977, por Arnaldo Baptista. Além de Arnaldo a banda também contava com: John Flavin na guitarra, Rolando Castello Júnior na bateria e Osvaldo 'Cokinho' Gennari, no baixo. Desse período ficou o registro do disco "Elo Perdido", que só iria chegar ao conhecimento do público mais de uma década depois.
Os músicos ensaiaram por 30 ou 40 dias seguidos, e já com Eduardo 'Dudu' Chermont no lugar de Flavin, a banda fez sua estréia no dia 17 de setembro com um show no ginásio do 'Ibirapuera' para um público de 8.000 pessoas.
Em 28 de maio de 1978, após muitos shows por diversas cidades do Brasil, Arnaldo decidiu largar a banda. Sua saída causou grande transtorno ao grupo, não só porque o músico era o principal cantor e compositor, mas também devido à banda estar com muitos compromissos a cumprir dentro de poucos dias. A saída foi colocar Eduardo Chermont para fazer os vocais e resgatar antigas composições das outras bandas das quais os músicos haviam participado antes de ingressarem na "Patrulha".
Durante os dez dias de frenéticos ensaios, muitos amigos 'pintaram' para dar uma ajuda e entre eles apareceu Percy Weiss, ex-vocalista do "Made In Brazil". Quando a banda percebeu, o vocalista já era um 'patrulheiro' oficial.
No dia 8 de julho de de 1978, a nova "Patrulha" fez sua estréia no Ginásio de Esportes de Sorocaba.
Após alguns meses com essa nova formação, os desentendimentos com o vocalista Percy começaram a aparecer. A banda ainda tentou segurar a barra trazendo Walter Baillot (ex-"Joelho de Porco") para a segunda guitarra. Mesmo assim, as coisas não renderam e no dia 16 de abril de 1979 o grupo fez seu último show com Percy e Walter, no teatro 'Pixinguinha'. Após sua saída, Percy voltou ao "Made In Brazil". Porém, nem a amizade e muito menos a história do vocalista na "Patrulha" ainda haviam acabado.
Ainda em 1979, a banda entrou em estúdio para a gravação do seu primeiro disco. Logo no início das gravações, 'Dudu' apresentou alguns problemas com a voz e o velho amigo Percy Weiss, que havia aparecido no estúdio como que por mágica, acabou incumbido de colocar as vozes na maioria das canções.
Para o lançamento do Lp, a banda iniciou uma grande turnê pelo sul do país, algumas cidades do estado de São Paulo e também por algumas cidades da Argentina. Desencontros, problemas e falsas promessas da produção Porteña, resultaram na perda das fitas master com todo o primeiro trabalho da banda e demais materiais. A partir daí a turnê dos sonhos acabou se transformando em um verdadeiro pesadelo. Isso provocou um enorme rompimento na estrutura da banda e por conseqüência um grande afastamento de 'Cokinho' em relação ao grupo. Assim, dois anos após o início da banda, no dia 24 de novembro de 1979, o trio fez seu último show oficial com 'Cokinho'.
Após um tempo, a banda, no início de 1980, convidou Sérgio Santana para assumir o baixo da "Patrulha". Para iniciar a nova década com força total a banda marcou um série de shows no teatro 'Abertura' em São Paulo, onde não poderiam de modo algum cometer qualquer vacilo. Como o grupo ainda não tinha se entrosado completamente com o Sérgio, a saída foi chamar a velho amigo 'Cokinho' para a série de espetáculos. Quatro dias de teatro completamente lotado despediram dignamente o grande 'Cokinho'.
Mais alguns shows foram feitos e a banda resolveu dar um tempo para poder ensaiar e compor com Sérgio Santana. Durante esse tempo a banda acabou resgatando, Deus sabe como, algumas cópias das fitas master do primeiro trabalho e finalmente conseguiu lançar o tão sonhando Lp, exatamente um ano depois da previsão inicial.
Em 1981, a "Patrulha" iniciou as gravações de seu segundo trabalho. As gravações aconteceram nos mesmos moldes do primeiro Lp, ou seja, o mínimo de sessões possíveis foram utilizadas para a gravação do disco. Para esse segundo disco Eduardo Chermont assumiu quase que completamente os vocais da banda, mas a presença de Sérgio Santana como compositor e cantor estava começando a aparecer em temas como "Planet Rock". A grande diferença desse trabalho em relação ao primeiro, é que o grupo finalmente conseguiu fechar um contrato de distribuição e prensagem com uma grande gravadora, o que possibilitou finalmente que o trabalho da "Patrulha" fosse divulgado em todo Brasil.
O restante do ano foi tomado por grandes concertos em todo interior paulista e no lançamento do segundo disco, no ginásio do 'Palmeiras' em 14 de dezembro de 1981.
Em 1982, a "Patrulha" passava por um momento de grandes incertezas quanto ao seu futuro. Apesar da boa distribuição e das excelentes vendas do segundo álbum, a gravadora acabou realizando algumas más negociações e isso acabou não trazendo um retorno financeiro para a banda. A solução encontrada pelo grupo foi a de mais uma vez cair na estrada e tentar angariar fundos para o 3º álbum.
As gravações do que seria conhecido como o 'álbum branco' da "Patrulha" ocorreram nos mesmo moldes dos dois primeiros trabalhos da banda, ou seja, pouquíssimas sessões de estúdio foram gastas para a gravação do disco. O Lp também firmou definitivamente a posição de Sérgio Santana como principal compositor e cantor da banda. Devido aos problemas financeiros acarretados pelo segundo disco, a banda não se encontrava em condições de lançar o álbum de modo totalmente independente e como não poderiam recorrer às grandes gravadoras, já que estas estavam fechadas para o mercado rock'n'roll no país, a saída então foi unir forças ao selo 'Baratos Afins' de propriedade de Luíz Calanca e lançar o álbum de modo meio que independente.
Em 1983, eram fortes os boatos de que o grupo "Van Halen" viria ao Brasil para uma série de shows e que a pedido do próprio "Van Halen" a "Patrulha" estava incumbida de fazer os shows de abertura da banda em São Paulo. Mesmo com todos esses boatos aumentando cada vez mais, devido à proximidade do show, a banda manteve a cabeça fria e continuou achando que nada iria acontecer. No dia 20 de janeiro de 1983, apenas um dia antes do primeiro show do "Van Halen" em São Paulo,
Sérgio Santana e Rolando Castello Júnior quase desmaiaram ao ficaram sabendo que todos os boatos haviam se concretizado e que realmente a "Patrulha" iria abrir os shows do "Van Halen". Nos dias 21, 22 e 23 de janeiro de 1983, a "Patrulha" talvez tenha vivido o 'Grand Momentun' de toda a sua história. Shows que premiaram merecidamente todos os anos de dura batalha e total profissionalismo da banda. Profissionalismo esse que mereceu até elogios do próprio Eddie Van Halen, que fez questão de ir ao camarim da banda para cumprimentá-los pessoalmente.
Após os shows do "Van Halen", a banda não quis perder tempo e conseguiu organizar pela primeira vez a tão sonhada turnê por todo o país. Tudo foi feito do modo mais profissional possível, para que com isso o grupo conseguisse pela primeira vez ter uma divulgação e uma exposição de modo ininterrupto, pelos 4 cantos do Brasil. Porém, um acontecimento trágico obrigaria a banda a parar e a desistir de tudo o que havia sido planejado: Alguns tiros levaram não só o baterista Rolando astelo Júnior para o hospital, mas também levaram todos os sonhos, esperanças e talvez a última grande chance da banda.
Seis meses de sofrimento, recuperação, miséria e esquecimento por parte da mídia se passaram, até que a banda voltasse para a estrada. Durante esse período, a "Patrulha" fez um show no dia 1º de maio de 1983 no 'Heavy Metal', em Santos. Na bateria estava Paulo Tomaz e toda a arrecadação do show foi doada ao baterista Rolando Castello Júnior.
Ainda em 83, de volta à estrada e com sua formação oficial, o grupo realizou um show no clube 'Gran' em Limeira. O show foi o modo escolhido pela banda para arrecadar fundos para a gravação do 4º álbum.
Com o lançamento do disco, ficou claro o controle quase que total de Sérgio Santana nos vocais e na autoria das canções. Isso iniciou (sem que ninguém ainda percebesse) um processo de afastamento definitivo de Eduardo Chermont do grupo. A primeira separação ocorreu durante a turnê que o grupo realizou, após 4 anos, pelo sul do país. Sérgio e Júnior para cumprir com a agenda de shows foram obrigados a chamar Fábio 'Índio' Amaral para a realização de algumas apresentações.
Já de volta a São Paulo e com a paz aparentemente restabelecida, a banda realizou no 'Woodstock Music Hall' o show de lançamento do 4º Lp.
Nos dias 29 e 30 de dezembro de 1983, a "Patrulha", ainda sem saber, fez seus últimos shows com o guitarrista Eduardo Chermont. Com a saída de 'Dudu' a banda não perdeu apenas um grande amigo e guitarrista, mas sim seu ultimo grande 'Momentun'.
No início de 1984, a "Patrulha" estava à procura de um grande guitarrista, e após muita 'batalha', todas as fichas foram depositadas em um guitarrista argentino chamado Horácio. Porém, quis o destino mais uma vez pregar uma peça na banda. Horácio acabou falecendo em um acidente de moto no cruzamento da Avenida 9 de Julho com a Avenida Brasil.
O tempo foi passando e tanto Sérgio Santana quanto Júnior já estavam 'jogando a toalha'. O desânimo e o marasmo cada vez levavam os rapazes a pensar que a "Patrulha" havia pousado de modo definitivo no hangar. Nesse meio, tempo Sérgio ainda conseguiu com que os estúdios 'Mosh' fornecessem algum tempo para que ele, Júnior e Fábio 'Índio' Amaral gravassem uma demo chamada "Tráfego Pesado". Como nada aconteceu, Sérgio e Júnior decidiram dar um tempo à banda.
No final de 1984, as esperanças voltaram a aparecer. Com a proximidade do mega show 'Rock In Rio', havia uma remota possibilidade de que a banda fosse convidada para participar do evento. Essas esperanças só aumentaram quando Júnior descobriu, por intermédio de alguns contatos feitos com empresários, que seu velho amigo dos tempos da banda 'Aeroblues' (grupo formado na Argentina em 1977 e que contava com 'Pappo' na guitarra, Medina no baixo e Júnior na bateria) e guitar-hero argentino 'Pappo' estava no Rio de Janeiro. Após algumas conversas com 'Pappo' tudo ficou acertado e o guitarrista decidiu se mudar para São Paulo e tentar algo com a banda. Já sem se preocupar com o festival do 'Rock In Rio', a banda começou a ensaiar e a compor rapidamente e sendo assim, decidiram gravar todo o novo material. Os novos temas, gravados pela banda nos estúdios 'Vice-Versa', mostraram claramente a influência de um som mais pesado que 'Pappo' havia colocado na banda.
Algum tempo depois, o guitarrista voltou para a Argentina para resolver alguns problemas e mandar uma nova aparelhagem para o grupo. Ao retornar para o Brasil, o guitarrista acabou tendo muitos problemas com a alfândega brasileira, o que acarretou na perda de todo o equipamento. Isso acabou abalando por completo não apenas 'Pappo', mas também toda a "Patrulha". Isso somado a uma proposta irrecusável feita ao guitarrista para o seu retorno à Argentina fizeram com que Sérgio e Júnior resolvessem dar um 'basta' no trabalho e decretar uma parada de muitos anos da banda. O disco com o material gravado (5 canções ao todo), nos estúdio 'Vice-Versa', chegou a ser lançado com o nome de "Patrulha 85".
Durante os 3 anos que se seguiram o baterista Júnior formou a banda "Inox" com a qual gravou um Lp em 86. Sérgio Santana por sua vez reformulou a sua antiga banda "Baggas Guru" e também chegou a lançar um álbum.
Em 1988, após cinco anos longe dos palcos, a "Patrulha" foi convidada para fazer um show no 'Centro Cultural' de São Paulo. A vontade de voltar a tocar nos palcos era grande, porém o maior problema para a banda ainda estava na falta de um guitarrista. O velho amigo 'Dudu' era 'carta fora do baralho', já que ele havia se retirado do mundo da música, devido a problemas de saúde. Uma luz no fim do túnel acabou surgindo quando o grupo convidou o velho amigo e grande guitarrista Rubens Gióia (ex-"Chave Do Sol"). Após a entrada de Rubens a banda ainda ganhou o reforço de Percy Weiss para os vocais. Assim, todo o jejum de palco pelo qual a banda havia passado, finalmente acabou no dia 21 de junho de 1988, com o show do 'Centro Cultural' de São Paulo. Mesmo assim, ainda não foi dessa vez que a banda voltaria à ativa. O grande problema dessa vez estava no fato de que o baterista Júnior estava residindo em Curitiba. Além do que existia um grande respeito dos músicos com relação a toda história da banda e se não fosse para fazer um projeto legal e profissional acima de tudo, qualquer volta estaria descartada.
Em 1990, finalmente a "Patrulha" (com Júnior, Sérgio e Rubens Gióia) resolveu sair do hangar e voltar à ativa. Após muitos ensaios a banda entrou em estúdio para gravar 3 novas demos, "Gata", "Cidade Nua" e "Pátria Amada", pensando em negociar esse novo material com alguma grande gravadora.
A banda também sentiu que a volta aos palcos teria que ser em grande estilo. Sendo assim, agendou um show no "Dama Xoc" em São Paulo e um no "Tivoli Park" no Rio de Janeiro. O show de São Paulo, realizado no dia 12 de junho de 1990, ainda contou com as participações de Fernando Deluqui, Percy Weiss e Paulo Zinner.
Prevendo um futuro muito promissor pela frente, a banda começou novamente a reatar contatos e tentar recuperar todo o tempo que haviam perdido. Porém ninguém poderia imaginar que o show realizado pela banda na cidade de Maringá no dia 20 de outubro de 1990, fosse o último de Sérgio Santana na "Patrulha".
No dia 27 de maio de 1991, a pior notícia possível para a banda acabou ocorrendo: Sérgio Santana havia falecido. Completamente arrasado pela perda do amigo de mais de 10 anos, Rolando Castello Júnior se viu mais uma vez obrigado a desistir de todos os sonhos e esperanças e novamente recolheu a "Patrulha" de volta ao hangar.
Em setembro de 1991, a banda realizou 3 shows no interior de São Paulo e Paraná com diferentes formações em cada uma das apresentações.
Ainda em 1991, a banda (já com Xando Zupo na guitarra e Marcelo Bettamio nos vocais) recebeu uma proposta irrecusável para a realização de um show na cidade de Ponta Grossa. O show foi um tremendo sucesso e por um momento Júnior sonhou em novamente reagrupar a "Patrulha".
Em 1992, foi gravado (só seria lançado em 94) o álbum "Primus Inter Pares", um álbum em homenagem ao velho amigo Sérgio Santana. A banda reunida por Júnior, contou com as participações dos 'patrulheiros' : Percy Weiss, Rubens Gióia e Xando Zupo. O baixo ficou por conta de Renê Seabra.
Já em 94, Júnior e Osvaldo 'Cokinho' reencontraram o velho amigo 'Pappo' e com ele realizaram dois shows, um em São Paulo e outro em Rudge Ramos.
Em 1995, Júnior, 'Cokinho', Rubens e Percy (a formação que mais chegou perto da "Patrulha" original), entraram nos estúdios 'Be-Bop' em São Paulo e gravaram 3 músicas, "Sexy Sua", "Gata" e "Pátria Amada". No final apenas "Gata" chegou a ser mixada, porém nunca lançada.
Mesmo com uma turnê de sucesso realizada pelo sul do Brasil, vários compromissos de cada integrante fizeram com que esta volta da banda não passasse de mais uma tentativa frustrada.
Em 1999, novamente a "Patrulha", assim como a Phoenix, renasceu de suas próprias cinzas e com pique total. Novamente o baterista Rolando Castello Júnior colocou todos os seus sonhos e esperanças em uma nova formação e em uma nova fase.
Além do baterista, ainda completavam a banda o veterano baixista Luiz "Tigueis" Domingues (ex-Chave do Sol" e "Língua de Trapo") e os multi-instrumetistas Rodrigo Hid (vocal, guitarra, percussão e teclados) e Marcello Schevano (vocal, guitarra, flauta e teclados).
Em 2000 a banda lançou Chronophagia. Um trabalho completamente rock'n'roll e com muita energia. Depois foi a vez do EP "Compacto", e em 2004 sai o "Missão Na Área 13".


EM BREVE TODOS OS DISCOS DO PATRULHA DO ESPAÇO!

MALIGNA - THERE´S SOMETHING UNDER MY BED




UMA CONTRIBUIÇÃO DO AMIGO JP DESTRUCTOR

BANDA DE HEAVY METAL DA CIDADE DE SOROCABA
FORMAÇÃO
W.A. TEXERA - GUITARRA E VOCALS
MARQUINHO - GUITARRA E VOCALS
THUNDER - BAIXO E VOCALS
GORO - BATERIA E VOCALS
CONTATOS: 015 - 2104-0902

domingo, 5 de abril de 2009

WILD SCREAM - DESTROYER (2007)






SEGUNDO OS INTEGRANTES:

banda barretense de Heavy Metal Wild Scream foi formada em 2005. Eu sentia falta de ouvir um som novo que fosse sujo, pesado, que não tivesse influências diretas do Power Metal, como acontecia com quase todas as bandas brasileiras que eu encontrava. A proposta de se fazer um Heavy Metal tradicional não significava sons nostalgicos, nem se pretedia copiar tudo o que foi feito pelos mestres da década de 80 (e 70), mas sim tocar música forte, agressiva, sem soar trancado por esse mesmo rótulo, aceitando influências de outros estilos e vertentes. Tentando criar uma unidade sonora e visual temos como temática principal o Terror/Horror.

Integrantes:Guilherme Destroyer (Vocais & Baixo);Rock Demônio do Horror (Bateria);Willian Andarilho Louco (Guitarra)
Já lançamos 4 demos: Maniac Metal (2005), Demônio do Horror (2006), Destroyer (2007) e O Chamado do Corvo (2008). Apenas a última é integralmente cantada em português.Quem quiser ouvir ai vão os links para a 3ª demo (Destroyer), músicas e capa, com o tempo eu vou postando as outras.


MINHA ANÁLISE:
A PRIMEIRA FAIXA É TRUE EVOLUTION, AS BASES LEMBRAM MUITO O METAL PRATICADO NOS ANOS 80, COM BASES SIMPLES E DIRETAS E VOCALS GRITADOS CO^M BACKINGS TRADICIONAIS. NA SEQÜÊNCIA VEM DAMA DA NOITE, QUEM CONHECEU O DEIMOS DE GUARATINGUETÁ (ANOS 80) IRÁ DIZER QUE É MUITO SEMELHANTE, A BATERA TEM UMA LEVADA POWER E O VOCAL LEMBRA MUITO AVENGER E VIRUS. TIME FOR THE DEVIL COMEÇA BEM HARD, TOTALMENTE CALCADA NOS ANOS 80, INCLUSIVE COM AS PARADINHAS TRADICIONAIS PRATICADAS PELAS BANDAS BRASILEIRAS. O MUNDO CLAMA POR METAL É HEAVY METAL TRADICIONAL, AS BASES LEMBRAM SAXON NOS PRIMEIROS DISCOS O VOCAL NOVAMENTE É CLARAMENTE INFLUENCIADO PELAS BANDAS NACIONAIS, ESCUTE O ROCK NA SÉ POSTADO AQUI E VERÁ. TWIST OF CAIN TAMBÉM É HARD, UM TOQUE MEIO JUDAS NAS GUITARRAS. ROCK MACHINE TAMBÉM LEMBRA MUITO JUDAS SEM A QUALIDADE DOS MESTRES. O VOCAL IMITA CLARAMENTE ROB HALLFORD. APESAR DE SER DA CIDADE VIZINHA NÃO CONHEÇO A GALERA. ENTRE EM CONTATO. VAMOS FAZER UMA ENTREVISTA PARA O ATITUDE FANZINE. PRECISO CONVERSAR COM A GALERA QUE TOCAVA NO SANTUÁRIO. SE ALGUÉM TIVER CONTATO COM O ALEX ME PASSE ESSE RECADO OK.

CURTI MUITO A BANDA. É MUITO BOM VER BANDAS COM QUALIDADE EM NOSSA REGIÃO. E NÃO DEIXEM DE PRESTIGIAR O HEAVY METAL ASILO DIA 21 DE ABRIL.

PAULÃO

sábado, 4 de abril de 2009

DICK & MUTLEY -ROCK´N´ROLL








BANDA EM QUE EU E O MARCASSA TOCAMOS O BOM E VELHO ROCK´N´ROLL. formamos essa banda no início dos anos 90 e além de minha pessoa também tocavam o Fabinho Mello e o Dercinho. Fizemos vários shows pelo interior e sempre conseguimos boa receptividade do público. A idéia era se divertir, essa era a principal marca do som do DICK & MUTLEY.

O RESULTADO???
PREFIRO NÃO COMENTAR
RSRSRSRSRSRSS

WITCHHAMMER - MIRROR, BY MIRROR - BRASIL

EXCELENTE BANDA DE MINAS GERAIS - RECOMENDO

UNIÃO - SCREAM ON THE CROSS


Pela Megahard Records, em 2003, a banda paulista União lançou o seu ‘debut’, “Scream On the Cross”, que já chama muito a atenção ao vermos que toda a sua produção foi feita no Creative Sound Studio, um dos maiores estúdios do Brasil. Para que este impacto fosse ainda maior, a banda também investiu em uma arte gráfica muito boa, um encarte muitíssimo bem feito por Rodrigo Cruz (Holy Sagga, Imago Mortis, Hangar, entre outros) e tem o desenho da frente assinado pelo artista Mozart Couto. O som da banda beira o power metal, com algumas influências de metal progressivo e hard rock, e o curioso é que a maioria das músicas caem em passagens mais cadenciadas, conseqüentemente, menos velozes.
Irineu Lodi (vocal e guitarra), Timo Kaarkoski (guitarra), Elder Araújo (baixo), Willian Benincasa (teclado) e Nando Rodrigues (bateria) fazem um trabalho invejável, especialmente o vocalista Irineu, com um timbre bem próprio; e o baterista Nando, que sabe muito bem usar o pedal duplo durante todas as músicas, sem deixá-las ‘clichê’ demais. Para quem não sabe, o guitarrista Timo Kaarkoski é finlandês, e algumas passagens do tecladista Willian são feitas em um órgão Hammond B3, não apenas em teclado.
Musicalmente, “Scream on the Cross” é bem composto e completo, porém não muito complexo. Não há grandes diversificações entre as músicas, a maioria segue bem mesmo aquela linha power/hard, e ainda contamos com letras que abordam temas cristãos e religiosos. Depois da curta introdução “Awakening”, há uma das músicas mais melódicas do CD: “Unknown World”, com bons riffs de guitarra, que em alguns momentos desembocam para o peso mesmo. A faixa “Mercy” é dividida em duas partes (“Darkest Days” e “Born Again”), as duas bem pesadas, porém não caindo em um lado mais power metal, e sim em algo mais heavy tradicional com pitadas de progressivo. Legal também é a faixa título, uma música que possui boas melodias de piano e um vocal bem inspirado por parte de Irineu, sobrando mais para o seu final um bom refrão. Como dito, a linha hard presente em todo o disco, pode ser bem ouvida em “Diary of a Child”, com estas influências. Na minha opinião, a melhor música do álbum é a seguinte, “Dreams”, cheia de boas melodias e ainda com bons solos de bateria no seu interior (é, isso mesmo!), aqui, com direito ainda a peso de guitarra e partes mais cadenciadas. Por fim, “Patmos”, uma instrumental bem certeira para quem curte este tipo de coisa, assim como eu.
Um bom lançamento. Acho que apenas a banda diversificando mais as músicas (seus estilos e características) no seu próximo álbum, fará algo melhor e quem sabe, surpreendente. Banda super entrosada e boa produção eles já conseguiram.
Site oficial: www.uniao-online.com.
E-mail: ucm_online@hotmail.com.
Line-up:Irineu Lodi (vocal/guitarra);Timo Kaarkoski (guitarra);Elder Araújo (baixo);Willian Benincasa (teclado);Nando Rodrigues (bateria).

Track-list:01. Awakening02. Unknown World03. Mercy Part I (Darkest Days)04. Mercy Part II (Born Again)05. Travel in Darkness06. Stations07. Scream on the Cross08. Diary of a Child09. Messenger of Peace10. Dreams11. Hypocrisy12. Patmos
Tempo total: 60:49


texto postado no WIPLASH
link

sexta-feira, 3 de abril de 2009

sábado, 28 de março de 2009

EXPLICIT HATE - DEMO: SUICIDAL MANKIND


EXPLICITE HATE - RIO DE JANEIRO
UMA DAS MELHORES BANDA DE THRASH METAL BRASILEIRO

GENOCIDIO - SINGLE 1987 - EXCELENTE BANDA BRASILEIRA


SINGLE 1987
RECOMENDADO

WARHEAT - BIOLOGICAL DECIMATE - SINGLE 199O EXCELENTE BANDA BRASILEIRA


ETERNAL SORROW - DOOM METAL BRASILEIRO


ETERNAL SORROW

THE SADNESS ELEVATION

BRASIL 1995

KHROPHUS - DEMO 1998 - EXCELENTE DEATH METAL NACIONAL


MORTALHA - DEMO 1986 THRASH METAL ARRASADOR


SUBTERA - APOCALYPSED


http://www.mediafire.com/?sharekey=4b402af3d25c30768c9e7c56ba37815f84f0b6848e5bc992

SUBTERA (Subterrâneo na língua Esperanto) - banda brasileira formada em 2000 por William (vocal/guitarra), Patrick (vocal/baixo) e Waldner (bateria) chega ao ano de 2005 com o lançamento de seu terceiro álbum intitulado "Apocalypsed" - uma coletânea de 10 músicas que mistura a agressividade do Grindcore com a rispidez e técnica do Metal "old school". Gravado totalmente em sistema analógico no estúdio Da Tribo e lançado inicialmente pelo selo Dezerto Music - criado pela própria banda, "Apocalypsed" pode ser considerado como o melhor trabalho do trio até então, com todas as características inerentes à banda como peso velocidade, criatividade e letras ácidas que denunciam e questionam a extinção da essência natural da vida por um progresso que não mede conseqüências.
FONTE: MY SPACE
TRACK LIST
1. ALTARS OF PRIDE
2. DEADLY MEDICINE
3. HAND OF EXTINCTION
4, ACID RAIN
5, LONG DISTANCE MASSACRE
6. ECHO
7, SHOW OF DECA DANCE
8. APOCALYPSED
9. HEAVEN AND EARTH
10. SOCIAL DISEASE
11. THE FINAL BLOOD BATH
12. I ´LL BE YOUR SISTER
ENJOY!

HICSOS - TECHNOLOGIC PAIN (2007)

HICSOS - TECHNOLOGIC PAIN


Adquiri esse disco na ARENA ROCK DE BEBEDOURO por indicação do TOLEDINHO que sabe de minha paixão pela THRASH NACIONAL. Na época de seu lançamento não dei a devida importância, já vi esse cd postado mas mesmo assim continuei ignorando e agora faço a devida reparação. A banda carioca na época formada por MARCELO LEDD (DRUMS), ANTONIO SABBA (GUITARRA), NILMON FILHO (GUITARRA) E MARCO ANVITO (BASS E VOCALS) conseguiu compor músicas com forte sonoridade oitentista. A primeira faixa FACE TO FACE já demonstra o metal vigoroso que nos espera. Agony Sellers tem um ritmo superacelerado, me senti num show no final dos anos 80. A faixa títtulo começa com um clima sombrio que é quebrado pela guitarra pesada e uma bateria massacre. O disco inteiro segue nessa linha, garanto que é uma banda altamente recomendada. PARA CONFIRMAR MINHA OPINIÃO DETONE VIOLENCE AND BLOOD E DEIXE SEU COMENTÁRIO.
LEIA ESSE RESENHA E VEJA COMO A BANDA ENCANTA A TODOS
Por João Rafael Gualberto
O Hicsos, formado em 1990, é um dos principais nomes da cena Thrash brasileira e, dedicando-se a um Thrash Metal com bastante influência de Slayer, Kreator e Nuclear Assault, a banda vem conquistando também boa projeção internacional. Integrado por músicos de ótima qualidade, o grupo apresenta nesse trabalho (Technologic Pain – Dynamo Records) um som forte, marcante, que segue linhas tradicionais capazes de agradar a qualquer apreciador do bom metal; uma pegada firme nas guitarras – integradas por Nilmon Filho e Antonio Sabba, que vêm sendo considerados a dupla de guitarras revelação do cenário brasileiro, segundo matéria da Cover Guitarra (a edição com o bom e velho Randy Rhoads na capa) – garantem à banda um som de qualidade inquestionável. Embora não falte qualidade à cozinha, composta pelo baixista Marco Anvito e pelo batera Marcello Ledd, bem como ao vocal, também executado por Anvito, deve-se salientar que o destaque do disco fica com as guitarras. Riffs pesados, variados, além de ótimos solos dão vazão ao melhor que se pode esperar de um disco de Thrash Metal. Tanto que nesse início de ano o Hicsos conquistou seu lugar entre as 10 melhores bandas nacionais na votação da revista Roadie Crew.A primeira faixa deste álbum, Face To Face, caracteriza um Thrash Metal dentro dos padrões clássicos, e representa a sonoridade que se ouve até o final do disco. Com mudanças constantes de andamento e solos muito bem encaixados, a faixa lidera o disco e inspira a vontade de prosseguir com a audição. Segue a esta Agony Sellers, num estilo ‘bate-estaca’ que dispensa apresentações. A letra, uma das melhores, é um ataque contra o charlatanismo por trás de pregações religiosas que prometem o céu em troca de devoção e entrega (financeira, sobretudo). Com apenas 2:27 a música dá o recado muito bem dado!A terceira música de Technologic Pain é a faixa homônima. A música aponta um dos dramas contraditórios da humanidade, enfatizando o despropósito a que se presta a tecnologia quando se volta para a destruição. Com um riff principal que prende a atenção, uma aurora de pessimismo nos arranjos, e solos que parecem desolados, trata-se de uma música inspirada e exemplo de bom metal. Depois, Builder of Imagination, mais uma composição com teor pessimista. Apresenta-nos os dilemas típicos de um soldado no front, com suas convicções desmanteladas pela bruta e estúpida realidade da guerra. Nota 10 para mais este instrumental, com verdadeiras marteladas no começo da música! É sempre importante comprometer o instrumental e a sonoridade de uma música (ou um álbum) ao tema que apresenta. Essa competência não falta à banda!E o disco segue em alto nível: Cry of Souls e Violence and Blood apresentam ótima sonoridade. A primeira conta com uma das poucas passagens leves do disco, com ótimos solos de guitarra. Já a segunda é uma tremenda pedrada, fazendo jus ao nome, e em muito faz lembrar o Kreator. Candyman, a sétima faixa, carrega muito peso em passagens trincadas de bateria, e ótimas levadas. Urban Scene carrega mais uma boa dose de pessimismo na parte lírica, atacando os problemas urbanos característicos de nossas grandes cidades: violência, pré-conceito... “a paz grita... ninguém escuta!” ótima faixa!O disco termina com 3 músicas especiais. A primeira delas, Mea Culpa, trata-se de uma verdadeira acusação dos problemas causados pelo homem ao mundo e a ele mesmo. A letra ataca (à semelhança da segunda faixa do disco) as religiões e a forma como usam da fé para transformar seus seguidores em “puppets”. O discurso da letra (em primeira pessoa) é levado a cabo pela própria entidade maligna usada como bode expiatório (Diabo?) a qual muitos invocam para gerar o medo e o terror psicológico entre as pessoas a quem se quer dominar. Figura talvez mais citada e descrita do que o próprio Bem, o Mal aparece sempre nos discursos religiosos mais exaltados, cujas únicas conseqüências acabam sendo fanatismo, exploração e violência. Nem o demo em pessoa talvez fosse tão competente para fins malignos como alguns pregadores que andam pela Terra. Assim, digamos que, se o Diabo pudesse se manifestar de alguma forma, talvez fosse essa a sua manifestação diante das mazelas humanas, um legítimo I don’t give a fuck!Por último, duas canções em português, a primeira, Pátria Amada, uma crítica à discrepância entre o Hino nacional brasileiro e as realidades do Brasil. A letra recorre aos próprios versos do Hino para desnudar os problemas do país. Encerrando o disco, Ritual, faixa instrumental, um tanto nebulosa, que tem no baixo o seu carro-chefe e não conta com a presença de bateria.Enfim, um disco para bater cabeça e se revoltar um pouco! Em essência, Thrash total!!!!!!!