STRYKE - Virtual Metal Magazine

RADIO A FERRO E FOGO

terça-feira, 26 de maio de 2009

RICK DERRINGER - PALLADIUM NY 1993


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Rick Derringer - guitar, vocals
Benjy King - keyboards, vocals
Jimmy Wilcox - drums, vocals
Donnie Kisselback - bass, vocals
Guest: Ian Hunter - vocalsGuest: Dr. John - guitar, vocalsGuest: Edgar Winter - keyboards, vocalsGuest: Lorna Luft - vocalsGuest: Daryl Hall - vocalsGuest: John Oates - vocalsGuest: Mickey Curry - drumsGuest: T-Bone Wolk - bass

DIXIE DREGS C/STEVE MORSE - LIVE 1979


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GRAVADO NA PHILADELPHIA 1979
Rod Morgenstein - drums
Steve Morse - guitar
Allen Sloan - electric violin
T. Lavitz - keyboard
Andy West - bass

MARAVILHA

GRATO HELLRAISER..
VOU FAZER UMA TATOO KAKKAKAKAK
MUITO LOUCO!

ENTREVISTA COM VENTANIA


Nesta entrevista realizada por Karine Rodrigues para o site "Boa Noite BH", Ventania conta um pouco da sua trajetória como músico, desde os tempos de artista de rua até o lançamento do primeiro trabalho da banda, o CD “Só para Loucos”. Fala também das suas influências, inspirações e a visão que tem deste mundo doido.


– Qual o show mais marcante para a banda?


Ventania: Eu não sei te responder porque tiveram shows muito legais, muito loucos. Alguns que achamos que seriam fracos, mas de repente, “bommm”, apareceu muita gente. Muitos shows foram marcantes.


– Um fato engraçado:


Ventania: Nossa, uma vez eu fiz um show em Ouro Preto. Me empolguei, saí pulando, vacilei e caí do palco, capotei lá embaixo. Ainda bem que poucas pessoas viram porque eu caí no escuro.


– Qual a música mais importante na carreira de vocês?


Ventania: A música que eu curto é “Micróbio”, tem a minha cara. (risos) Ela fala muito da minha vida, como foi minha vida até chegar aqui. Eu nasci e me criei na estrada.


– Como a banda surgiu?


Ventania: A banda Hippie, que é uma banda para todos os malucos de bom coração, de sensibilidade, surgiu do nada. Eu fiquei dez anos tocando sozinho, passando o chapéu. Tocava mais ou menos uma hora e depois passava o chapéu. Aí falava: olha galera, ajuda aí que eu não tenho nada na barriga pra fazer cocô. Aí as pessoas me ajudavam e davam uma bela gargalhada. Tinha gente que dava muito dinheiro, naquela época eram cruzeiros, depois foram os reais e fui vivendo. Conheci muita gente legal na estrada, muitos músicos legais. Conheci o pessoal da banda em São Tomé das Letras, onde moramos. O primeiro show foi aqui em Belo Horizonte e nós nem ensaiamos, foi no Lapa Multishow. Tinha muita gente, foi o nosso primeiro som. Foi muito louco. Daí para frente fizemos vários shows e agora temos o cd “Só para loucos”. Estamos gravando o segundo.


– O que é o sucesso para você?


Ventania: Eu não quero nem pensar nisto, eu quero é curtir, abraçar todo mundo. Quando era criança, escrevi em um caderno que tenho até hoje na casa da minha avó: eu quero ter os braços bem cumpridos, aí me desenhei com os braços bem grandes, para abraçar todo mundo que eu amo. Com a música, meus braços cresceram e eu pude abraçar bastante gente. Ainda quero abraçar todo mundo. E eu acho que sucesso é isto, a alegria de estar com a galera.


– O sucesso é passageiro?


Ventania: Sei lá, eu quero é cantar muitas músicas, quero cantar a vida inteira e compor para todos os malucos. O legal é que todo mundo está gostando. Outro dia eu encontrei com um engenheiro e perguntei para ele: Porque você gosta da minha música? Ele falou que gosta porque uma vez tentou ser hippie, e que nunca teve coragem, além disso a família dele nunca deixou. Ele se identificou com a música e é isto que eu acho legal.


– Você tem algum ídolo?


Ventania: Eu tenho um ídolo, Jesus Cristo! O primeiro hippie, assim barbudo, cabeludo… eu sigo à ele.


– A banda teve apoio de alguém?


Ventania: Não, só da grande malucada hippie, maluco de estrada mesmo. Eles são o meu apoio, minha força, minha família. Minha família é muito grande sabia?


– O que vocês acharam do show hoje?


Ventania: Muito legal, uma galera muito bacana. Inclusive este lugar é muito chic, eu gosto é de cantar em rodinha de fogueira, minha vida foi tocar na estrada, nas praças. Muitas bandas começaram a gravar minha música “Cogumelo azul”, então eu resolvi gravar também. É minha música! Ela ficou mais de vinte anos sem registro, mas agora ela é registrada, editada. É mais protegida agora. Eu nem sabia destas burocracias, nunca tive documento, nunca fui ligado a estas coisas. Nunca votei e nem sei se vou votar. Eu não nasci para estas coisas.
De onde surgiu o nome do cd?

Ventania: Nosso cd é totalmente de produção independente porque nós nem conhecemos como é a produção com gravadoras. Eu gravei este cd em casa, por brincadeira. Só para loucos! Eu pensei. Nunca imaginei se alguém acompanharia a banda. Se os loucos comprarem o cd está bom. Agora estou fazendo o meu cd de papel, mão a mão. Ao invés de ganhar um cd de ouro, ganhei um cd de pedra em São tomé. Estou curtindo muito este “lance” de passar mão-a-mão.


– Qual o estilo e o ideal da banda?


Ventania: O estilo da banda é o rock “estroncho” e nosso ideal é só cantar para os loucos, mas acho que todo mundo está curtindo. Galera, muita paz no coração, vamos nos unir porque podemos cantar uma só grande canção.“Senhoras e Senhores desse mundo louco e virtual que corrompe nossas cabeças! Sou um fugitivo, andarilho e compositor em busca da paz e virtudes que a vida proporciona para nós desfrutarmos a cada pôr-do-sol junto à Natureza. Estou na estrada há muito tempo, levando minha mensagem através das minhas canções, aos jovens e pessoas de cabeça e mente livre! …Só para Loucos…Caretas não“!

VENTANIA - SÓ PARA LOUCOS


O VELHO REPRESENTANTE DA CONTRACULTURA.
SÓ PARA OS RAROS!
Quem é Ventania?Ventania, nome artístico de Wilson da Silva (Pariqüeraçu, 21 de agosto de 1962), é um cantor andarilho cuja inspiração vem do movimento hippie, dos anos 60 e 70. Atualmente mora em São Thomé das Letras. Uma das mais importantes influências musicais de Ventania é o cantor e compositor Raul Seixas, o "Raulzito", marco histórico do rock nacional e da mistura com influências "alternativas".

JANIS JOPLIN - PEARL


Seria possível Janis, uma senhora de 65 anos? Imaginávamos Jagger, um senhor de 60 anos requebrando loucamente! E Tina Turner aos 68?! Uau! E Ike Turner morrendo de overdose aos 76?!!!
Acredito que pessoas como Janis, Hendrix, Morrison (será que ele morreu mesmo?) tornam-se lendas e morrem jovens pelo simples fato de pegarem todo seu potencial, toda a inteligência, o brilhantismo, a capacidade de uma vida inteira e utilizarem de forma ultraconcentrada em pouquíssimo tempo. Morrem de overdose de sua própria capacidade.
Janis não poderia ser uma velha. Não poderia ter chegado aos 40, nem mesmo aos 30. Hendrix também não. Marilyn, James Dean, Rimbaud, Cazuza, Renato Russo… Gente assim não envelhece. Difícil viver tão intensamente e durar muito.

IAN GILLAN - MR UNIVERSE

IAN GILLAN - FUTURE SHOCK ED ESPECIAL COM BÕNUS


DISCO FANTÁSTICO. REALMENTE UM CLASSIC ROCK
AGRADECIMENTO E SENHA
laserpienteblanca.blogspot.com

IAN GILLAN - HAMPTON BEACH


UM DOS MELHORES VOCALISTAS DO ROCK

SORDID DOCTRINE - AND THEN THE RAIN CAME


THRASH METAL - DEMO 1987
EXTREMAMENTE FODEROSO